Abertura de empresa
Começar no regime certo evita anos de imposto pago a mais.
Abrir empresaMuitas empresas pagam mais do que precisam porque o regime foi escolhido na abertura e nunca mais revisado. A Consultem simula os cenários com os números reais da sua empresa e mostra, por escrito, o caminho mais econômico e seguro.


O planejamento tributário olha para tudo o que muda o valor do imposto: a atividade, a forma de receber, a folha e até como os sócios retiram dinheiro da empresa.
A Emenda Constitucional 132/2023 e a Lei Complementar 214/2025 criaram a CBS e o IBS, que vão substituir PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS numa transição de 2026 a 2033. Créditos, alíquotas e até a vantagem de cada regime vão mudar ano a ano.
Empresas que revisam o planejamento todo ano se adaptam antes e não descobrem a mudança na guia.
Exemplo de empresa de serviços técnicos sujeita ao fator R, com faturamento de R$ 600 mil nos últimos 12 meses.
Cerca de 41% a menos no DAS.
Exemplo ilustrativo pelas tabelas do Simples Nacional (LC 123/2006, 3ª faixa dos Anexos III e V). Para ir ao Anexo III, a folha de pagamento com pró-labore precisa ser de pelo menos 28% do faturamento (fator R), e esse custo e o INSS do pró-labore entram na conta do planejamento. O resultado real depende da atividade e dos números da sua empresa.
Reunimos faturamento, folha, compras e despesas dos últimos 12 meses.
Calculamos o imposto em cada regime e testamos ajustes de atividade e de remuneração dos sócios.
Você recebe o comparativo por escrito e uma reunião para tirar as dúvidas.
Fazemos a opção no prazo legal e revisamos o planejamento a cada ano.
Não existe regime melhor para todo mundo. O resumo abaixo mostra por que a resposta depende da conta feita com os dados da sua empresa.
| Regime | Limite de faturamento | Como o imposto é calculado | Costuma valer para |
|---|---|---|---|
| Simples Nacional | Até R$ 4,8 milhões por ano | Guia única (DAS) com alíquota que cresce conforme a receita | Pequenas empresas com folha relevante ou margens apertadas |
| Lucro Presumido | Até R$ 78 milhões por ano | IRPJ e CSLL sobre um percentual da receita definido em lei | Empresas com margem de lucro alta e poucos custos |
| Lucro Real | Sem limite (obrigatório acima de R$ 78 milhões e em alguns setores) | IRPJ e CSLL sobre o lucro efetivo, com créditos de PIS e Cofins | Margens baixas, prejuízo ou muitos insumos com crédito |
Limites previstos na Lei Complementar 123/2006 (Simples Nacional) e na Lei 9.718/1998 (Lucro Presumido e Lucro Real).
Sim. O planejamento usa as opções que a própria lei oferece, como escolher o regime ou organizar a remuneração dos sócios. É diferente de sonegar, que é crime. Na Consultem, toda economia proposta tem base legal por escrito.
Antes de abrir a empresa e todo fim de ano, porque a opção pelo Simples Nacional é feita em janeiro e vale para o ano inteiro. Também vale refazer quando o faturamento muda muito ou quando a empresa vai contratar.
Muitas vezes, sim. O fator R pode levar prestadores de serviço a um anexo com alíquota menor, e receitas de produtos monofásicos ou com substituição tributária podem ser separadas na guia para não pagar o imposto duas vezes.
Em geral, o faturamento dos últimos 12 meses, a folha de pagamento e as guias de impostos pagas. Se for mais fácil, autorize o acesso e a gente busca as informações.
Não. O planejamento reduz o imposto daqui para a frente. A recuperação revisa o que já foi pago para reaver valores pagos a mais. Entenda no artigo sobre recuperação de créditos tributários.
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Trocar de contadorEnvie os números da sua empresa e receba a comparação entre os regimes, com a economia possível, antes de decidir qualquer coisa.